Às vezes é melhor não pensar. Não tentar. Não resolver. Não terminar. Não começar. Não ir. Não voltar. Não decidir. Não fazer. Não encontrar. Não esconder. Não procurar. Não guardar. Não abrir. Não escolher. Não gritar. Não chorar. Simplesmente emergir, abandonar-se e observar tudo. Tomar fôlego e, só então, voltar a mergulhar.
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